As causas psicológicas que causam uma disfunção erétil podem ser muito diversas e em cada pessoa, já que nem todas apresentam as mesmas complicações e muitas dela vivem na rotina do fracasso sexual sem nenhum tipo de problema físico. A bomba de vácuo é usada no bull power vende em farmacia meio médico apenas em pacientes que precisaram remover a prótese peniana por infecções ou rejeição. Durante período que eles precisarão esperar para fazer outra intervenção, a bomba pode ser útil impedindo que as cicatrizes deformem órgão.

Parabéns pelas informações, muito esclarecedora, e concordo que medicamentos remedia, e estou parando com a finasterida. Cabe cada um estar sempre atento as informações positivas e negativas, tudo em excesso será prejudicial a saúde em um momento da vida, cabe a cada um fazer sua própria avaliação de sua situação de saúde e manter um acompanhamento médico para sua segurança.

processo que leva à erecção depende de vários factores que permitem um maior fluxo sanguíneo para pénis e levam ao seu aumento. Os mecanismos envolvidos são principalmente sistema circulatório, sistema nervoso, sistema endócrino e aparelho genital. Se um destes sistemas não funcionar correctamente, pode causar um problema de disfunção eréctil ou a nível da próstata.

De onde provém cansaço fácil” entre os pacientes com doença hepática? Sabemos que os alimentos ingeridos por nós, são ricos em carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e sais minerais. No fígado normal, estas substâncias são sintetizadas e vão suprir organismo de energia e outras coisas mais (leia neste blog artigo sobre que faz fígado?”). No caso dos carboidratos, ele oferece energia ao nosso corpo em forma de glicose (açúcar no sangue). Todavia, quando fígado está doente ou insuficiente, ele diminui ou deixa de sintetizar tais substâncias e aí uma série de problemas começam a surgir. Os mais graves seriam a falta de açúcar no sangue (hipoglicemia) e a queda dos níveis de albumina no sangue (hipoalbuminemia). Sem açúcar no organismo, os músculos começam a ter problemas. Florescem e agravam os sintomas, os pacientes se queixam de dor e de lassidão muscular, tornando-os essencialmente cansados.

A diabetes é considerada um fator de risco para a disfunção erétil, e muitos homens com diabetes desenvolvem a disfunção erétil (eles apresentam também uma tendência a ter disfunção sexual em jovens à dos outros homens). Além disso, homens com diabetes têm probabilidade até quatro vezes maior de desenvolver a impotência sexual que os outros.

Por último, não há dados suficientes sobre uso de Viagra, Levitra e Cialis em homens que não têm disfunção erétil. Não se sabe ao certo quais podem ser os efeitos colaterais nesta população. Mais importante, há muita preocupação quanto à possibilidade de indução ao priapismo (uma ereção prolongada que pode causar danos irreversíveis ao tecido erétil) em homens normais. Homens que não têm disfunção erétil não devem usar esses medicamentos sob nenhuma circunstância, mesmo se um amigo ou conhecido lhe oferecer uma pílula para que experimente “só por curtição”. E mais, já que os efeitos a longo prazo para estes medicamentos (cinco anos ou mais) são desconhecidos, cuidados devem ser tomados no seu uso.

Numa altura ou outra a maioria dos homens tem disfunção erétil , mas quando problema se torna persistente e ocorre e quase 50% das vezes, ou quando se torna numa grande preocupação para homem ou para a parceira, deve ser procurada ajuda medica e um tratamento. Muitas vezes é uma disfunção erétil psicológica e requer um tratamento diferente da disfunção erétil física.

Para Potter & Perry (2004), a avaliação de enfermagem de um idoso é um processo desafiador e complexo que precisa levar em conta alguns pontos para garantir a abordagem específica para a idade. Como a inter-relação entre os aspectos físicos e psicossociais da velhice, pois para cada pessoa idosa a redução da capacidade de responder ao estresse, aumento da freqüência e a multiplicidade de perda, bem como as mudanças físicas associadas com envelhecimento normal pode combinar-se e colocar a pessoa em alto risco. Apesar de a interação desses fatores físicos e psicossociais poder ser séria, enfermeiro não deve assumir que os idosos tenham sinais, sintomas ou comportamentos que representam decréscimo e declínio.